Maior cidade da América Latina oferece vacinação gratuita contra o sarampo em toda a rede pública de saúde; turistas internacionais também devem verificar a situação vacinal
Desde 3 de agosto, a Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo, por meio da Covisa, ampliou a vacinação contra o sarampo nas 483 Unidades Básicas de Saúde (UBSs), onde a vacina é oferecida gratuitamente.
A tríplice viral protege contra sarampo, caxumba e rubéola. Pessoas de 5 a 29 anos e profissionais de saúde devem ter duas doses documentadas; adultos de 30 a 59 anos, ao menos uma. Para crianças, o calendário prevê a tríplice viral aos 12 meses e a tetraviral aos 15 meses.
O sarampo é altamente contagioso e se transmite por gotículas respiratórias e partículas suspensas no ar, sobretudo em locais cheios ou pouco ventilados. Os principais sintomas são febre, manchas na pele, tosse, coriza, conjuntivite e mal-estar.
A doença pode causar pneumonia, infecções de ouvido, encefalite e morte, com maior risco para crianças pequenas, imunossuprimidos e não vacinados. Em 2024, o Brasil recuperou da Opas a certificação de eliminação do sarampo. Manter a vacinação em dia é essencial para evitar a reintrodução e a circulação da doença.












