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domingo - 15 fevereiro 2026 - 22:54
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Bolsonaro sinaliza acordos bilaterais com países do Brics

Presidente discursou na abertura da 13ª Cúpula do bloco econômico formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul

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Durante o discurso de abertura da 13ª Cúpula do Brics, na manhã desta quinta-feira (9), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou que espera firmar acordos bilaterais com os países do grupo econômico, formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. O presidente participou da abertura da reunião do Palácio do Planalto, em Brasília.

A 13ª Cúpula do Brics teve início nesta quinta por vídeo conferência. A transmissão é feita a partir de Nova Deli, na Índia. O país asiático ocupa a presidência pró-tempore do bloco em 2021.

Durante o pronunciamento, Bolsonaro ressaltou a importância das ações conjuntas entre o Brasil e a Índia, dizendo que a parceria vive um excelente momento. “Diversos instrumentos assinados durante a viagem estão rendendo frutos, e nossa cooperação tem avançado, em especial nas áreas de ciência e tecnologia, energia e saúde, sobretudo no combate à pandemia de Covid-19. O comércio bilateral tem crescido, em mais um sinal da retomada de nossas economias e do potencial de nossas relações.”

Sobre a China, ele também mencionou a luta contra o coronavírus, dizendo que grande parte das vacinas aplicadas no Brasil é feita com insumos produzidos no país asiático. Bolsonaro destacou a “Parceria Estratégica Global” e o “bom estado de nossas relações bilaterais em diversas vertentes, mais especialmente no âmbito comercial e de investimentos”.

A parceria estratégica com a África do Sul também foi lembrada pelo chefe de Estado brasileiro, como instrumento para fortalecimento do Brics. “Nossos laços humanos e nossas similaridades tornam o diálogo fluido e natural em temas como defesa, ciência e tecnologia, meio ambiente, comércio e investimentos, entre outros”, disse.

No momento em que falou sobre as relações com a Rússia, ele ressaltou a excelente relação política, as ações de cooperação em ciência e tecnologia e a importância nas trocas comerciais, sobretudo no agronegócio.

“Temos interesse em diversificar nossa pauta exportadora, de forma condizente com o desenvolvimento de ambas as economias e para o benefício dos nossos povos”, declarou.

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