Investimento estrangeiro direto na China aumenta cerca de 40% entre janeiro e abril

A China continua sendo um destino popular para investimento estrangeiro direto (IED), registrando um aumento substancial no período de janeiro a abril.

O IED na parte continental da China aumentou 38,6% anualmente no uso real, chegando a 397,07 bilhões de yuans (US$ 61,45 bilhões) no período, anunciou o Ministério do Comércio nesta quinta-feira.

O volume aumentou 30,1% em relação ao mesmo período de 2019.

O investimento estrangeiro na indústria de serviços aumentou 46,8% anualmente, para 312,94 bilhões de yuans, com o investimento estrangeiro no setor de serviços de alta tecnologia crescendo 34%.

De janeiro a abril, os investimentos da Associação das Nações do Sudeste Asiático cresceram 65,2% anualmente e os dos países ao longo do Cinturão e Rota e da União Europeia aumentaram 62,8% e 9,2%, respectivamente.

Os investimentos estrangeiros atualmente usados pelas regiões no leste, centro e oeste da China aumentaram 39,1%, 37,5% e 30,3%, respectivamente.

Os profissionais industriais atribuíram o ímpeto de crescimento sustentável no investimento estrangeiro à sólida base econômica e consistentes medidas de abertura do país, mostrando a confiança dos investidores no desenvolvimento econômico da China.

Eles sugeriram que a China deve abrir-se ainda mais e estabilizar o investimento estrangeiro, levando em consideração as mudanças no ambiente externo.

Compartilhar Artigo

BRL - Moeda brasileira
USD
5,1256
CNY
0,7631
spot_img

Popular

Artigos Relacionados
RELACIONADOS

Indústria brasileira interrompe duas quedas, mas recuperação segue desigual

A produção industrial brasileira subiu 0,2% em julho de 2026, mas o recuo anual e a fraqueza de bens de capital indicam uma recuperação ainda irregular.

Pequenas aulas de património imaterial semeiam a herança cultural

No dia 24 de agosto, num pátio rural da...

Senado aprova política de minerais críticos e abre nova etapa para a cadeia Brasil–China

A aprovação do PL 2.780/2024 cria instrumentos para financiar e industrializar minerais críticos no Brasil, mas deixa em aberto disputas sobre agregação de valor, participação municipal e capital estrangeiro.