O Banco Popular da China (PBoC), banco central do país, elevará de 4% para 6% a exigência de reservas sobre depósitos em moeda estrangeira das instituições financeiras. A mudança entrará em vigor em 15 de novembro, segundo anúncio feito em 3 de novembro.
A proporção determina quanto dos depósitos em moeda estrangeira as instituições precisam manter como reserva no banco central. O PBoC afirmou que o ajuste busca fortalecer a gestão da liquidez cambial.
A agência Reuters relatou que analistas também interpretam a medida como uma tentativa de moderar a valorização recente do yuan e estabilizar as expectativas do mercado. Essa é uma análise de mercado; o comunicado oficial citado pelo governo chinês apresenta a gestão da liquidez como justificativa.
A decisão pode ser acompanhada por empresas brasileiras com operações ou contratos ligados à China. Ela, porém, não permite antecipar isoladamente a cotação do yuan ou do real, que também depende de outros fatores econômicos e financeiros.



