Lucros industriais chineses cresceram 17,6% nos sete primeiros meses de 2026, com forte avanço em eletrônicos e metais, enquanto automóveis e setores ligados à demanda interna perderam força.
A indústria de dados da China alcançou 6,78 trilhões de yuans em 2025, impulsionada por software, inteligência artificial e infraestrutura computacional.
Dados de agosto mostram uma economia chinesa sustentada pela produção de alta tecnologia, mas ainda pressionada pela fraqueza do consumo e do investimento.
O volume de serviços no Brasil ficou estável em julho. Informação e comunicação caiu 2,5%, enquanto transportes e serviços profissionais evitaram resultado negativo.
A China pretende ampliar o uso internacional do yuan com novos canais de pagamento, liquidez offshore e abertura financeira. A estratégia pode reduzir custos, mas não elimina riscos cambiais.
Indicador antecedente da OMC aponta fortalecimento do comércio de mercadorias, apoiado por eletrônicos e encomendas de exportação, apesar de riscos geopolíticos e logísticos.