Início China Vlogueiro americano “Tio Tuomi”: contando as histórias de Hainan para o mundo

Vlogueiro americano “Tio Tuomi”: contando as histórias de Hainan para o mundo

Uma narrativa autêntica que conecta experiências locais ao público global

Introdução: O vlogueiro americano “Tio Tuomi” (Tommy Dale Coleman) estabeleceu-se em Hainan há quinze anos. Por meio de vídeos em dialeto local, registros imersivos do cotidiano e uma perspectiva humana autêntica, ele compartilha histórias da ilha com o mundo. Premiado com o “Prêmio de Amizade Ilha do Coco” da província de Hainan e atuando como “comunicador internacional” do Centro Internacional de Comunicação de Hainan, dedica-se a mostrar, a partir de sua própria experiência, a vitalidade da zona de livre comércio e o calor humano da China.

“Naquele momento, tive apenas um pensamento: aqui talvez seja o meu lar.”

No dia 12 de abril, durante a cerimônia de lançamento da campanha de comunicação online “Observar a China no ano inicial · Porto de Livre Comércio Aberto”, o vlogueiro americano Tommy Dale Coleman iniciou sua narrativa sobre Hainan com essa frase.

Em 12 de abril, durante o evento, o vlogueiro americano Tommy Dale Coleman compartilha sua história com Hainan. Foto: Luo Yunfei (China News Service)

No inverno de quinze anos atrás, Tommy voou de Tianjin para Hainan. Ao sair do Aeroporto Internacional Meilan de Haikou, foi recebido por um ar quente e úmido; coqueiros balançavam ao vento e o céu era de um azul intenso. Para alguém vindo do rigoroso inverno do norte, aquela ilha tropical tinha um encanto indescritível.

Ao chegar a Hainan, o que mais o marcou não foi a paisagem, mas as pessoas. Em seu primeiro Ano Novo Chinês na ilha, ele imaginava que passaria a data sozinho, mas um amigo recém-conhecido o convidou para celebrar em sua cidade natal. “Em uma pequena vila de Wenchang, senti pela primeira vez o verdadeiro espírito do Ano Novo Chinês. Comer, conversar e rir juntos — não me senti um convidado, mas parte da família.”

Foi esse calor humano que o fez decidir ficar.

Desde então, Tommy passou a registrar Hainan — e a China — com sua câmera. Vestindo roupas típicas da ilha, chapéu de palha e chinelos, o “Tio Tuomi” tornou-se uma figura marcante nas plataformas de vídeos curtos. Em 2019, criou suas redes sociais, e seu processo de aprendizado do dialeto de Hainan acabou viralizando.

“Lu hou” (olá), “jia mi ya” (o que comer), “hou jia” (delicioso)… Ele percorre ruas e becos conversando com moradores no dialeto local, conquistando um grande número de seguidores dentro e fora da China.

Foto: Luo Yunfei (China News Service)

Das saudações em dialeto nas ruas à vida cotidiana no campo, Tommy experimenta de forma imersiva o café local, a culinária típica, as belas paisagens e a tradicional cultura do “chá dos pais”. Ele também busca formas mais bem-humoradas e próximas do cotidiano para contar as histórias de Hainan. “Esse conteúdo não é apenas sobre compartilhar a vida, mas sobre permitir que o público estrangeiro conheça a China por uma perspectiva real.”

Seus esforços também receberam reconhecimento profissional: seu vídeo curto “Levando meu sobrinho a se apaixonar por Hainan” conquistou o primeiro prêmio no 6º Concurso Global de Vídeos Curtos sobre a Vida dos Chineses no Exterior.

Ao longo de 15 anos, Tommy testemunhou pessoalmente as transformações de Hainan: “cada vez mais aberta, mais internacional e mais vibrante”.

Em 18 de dezembro do ano passado, o fechamento alfandegário integral do porto de livre comércio de Hainan revelou perspectivas ainda mais amplas para ele. “Não se trata apenas de abertura em termos de políticas, mas de uma oportunidade para o mundo realmente entrar na China — e para a China se conectar melhor com o mundo.”

Isenção de visto para cidadãos de 86 países, troca de carteira de motorista chinesa em 30 minutos, facilitação de pagamentos… Tommy lista diversas medidas recentes de abertura. Segundo ele, há cada vez mais empresas estrangeiras e estrangeiros em Hainan — e cada vez mais histórias da ilha chegando ao mundo.

De turista comum a “novo habitante de Hainan” com residência permanente na China; de professor de inglês a “comunicador internacional” — suas identidades se multiplicaram, mas ele segue com a mesma missão: construir uma ponte para mostrar ao mundo a verdadeira Hainan e a verdadeira China. Ele afirma que esse processo também transformou sua forma de ver o mundo.

No ano passado, Tommy recebeu o “Prêmio de Amizade Ilha do Coco”. “Isso não é apenas um reconhecimento, mas também um incentivo para continuar contando as histórias de Hainan ao mundo”, disse.

Para ele, Hainan não é apenas um local de trabalho. “Foi aqui que conheci minha esposa, onde construímos nossa família e onde meu filho cresceu. Para mim, Hainan não é apenas um lugar, mas um sentimento de pertencimento.”

“Quando o mundo quer entender a China, não precisa apenas de dados ou reportagens, mas de histórias reais, experiências reais e pessoas reais”, afirmou. “Sinto-me sortudo por ser um dos contadores dessas histórias.”

Ao final, ele fez um convite: “Venham ver com seus próprios olhos. Talvez vocês também sintam o mesmo que eu — chegam e não querem mais ir embora. Porque aqui não é apenas um destino, mas um lugar para ficar.”

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