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Vivência com a arte do tie-dye fortalece o orgulho pela cultura tradicional chinesa

Em celebração ao Dia do Patrimônio Cultural e Natural, estudantes aprendem na prática a técnica milenar do tie-dye e despertam o orgulho pela herança cultural chinesa.

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(Foto: Reprodução / Heze)

No dia 14 de junho, em celebração ao Dia do Patrimônio Cultural e Natural, a cidade de Bandi, no distrito de Dingtao, promoveu uma atividade educativa que levou a arte tradicional chinesa do tie-dye (tingimento por amarração) para dentro da sala de aula. A proposta foi aproximar os alunos da riqueza das heranças culturais imateriais por meio de oficinas práticas e interativas, incentivando o conhecimento e o orgulho cultural desde cedo.

Durante a aula, os professores explicaram, de forma clara e acessível, o significado do Dia do Patrimônio Cultural e Natural, sua origem, a importância da preservação e proteção dos patrimônios históricos e naturais, além do passo a passo do processo do tie-dye tradicional. Tudo isso ajudou os alunos a entenderem melhor a profundidade e o valor dessas tradições milenares.

“Com a explicação da professora, aprendi muito sobre esse dia especial. Por trás dele está a sabedoria de milhares de anos do povo chinês. Percebi como essa cultura é valiosa e que precisamos preservá-la. Quero compartilhar isso com meus amigos e minha família, para que mais pessoas se importem com a proteção do nosso patrimônio”, disse Xue Runze, estudante da escola secundária de Bandi.

Em seguida, orientados pelos professores, os alunos colocaram a mão na massa e mergulharam com entusiasmo na arte do tie-dye. Do dobramento e amarração até a imersão no corante, eles se dedicaram com atenção total. A expectativa era grande para ver o resultado final — e não decepcionou: surgiram peças lindas, com padrões azuis e brancos cheios de contraste e estilo. Os alunos compartilharam suas criações, trocaram experiências e se encantaram com a beleza e a força cultural dessa técnica tradicional.

“O nosso próximo passo é incluir a educação patrimonial no currículo da escola, criando atividades práticas como visitas e oficinas culturais para que os estudantes tenham contato direto com as tradições chinesas. Queremos que a herança cultural não apenas entre nas escolas, mas também faça parte do dia a dia dos alunos”, afirmou Wang Yu, professor responsável pelas aulas práticas.

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